Vivências Fotográficas

Verônica Aleixo

29 janeiro, 2016
Verônica Aleixo por Josi Salgado

Meu nome é Verônica Aleixo. Acabo de completar 23 anos, sou artista circense e voluntária na JOCUM – Jovens com Uma Missão (uma ONG cristã). Uso a arte para resgate e desenvolvimento humano. Acredito que através da arte: malabares, teatro e dança é possível restaurar a autoestima das crianças, proporcionando-as oportunidades de descobrir ou enxergar seus talentos bem como mostrar-lhes o quanto elas têm para oferecer à sua família e comunidade. Isso me levou a deixar minha vida e família em São Paulo para servir as crianças ribeirinhas no Pará, onde o contato com a arte é mínimo.

Nessa nova fase da minha vida, tenho iniciado um mundo de descobertas como Mulher e tenho aprendido com Deus o que é ser verdadeiramente uma Mulher. Aprendi o que é ser cuidadosa e refletir esse cuidado para com o mundo. Às vezes é difícil ser Mulher. Já sofri na pele o preconceito por ser menina e gostar de esportes radicais e futebol, como se esse mundo fosse à parte, somente para meninos.

Já ouvi da minha mãe: “Menina, não vai jogar bola não, que isso é coisa de menino”, mas creio que Mulher não é só aquela que usa saia e maquiagem todo o tempo. Eu vejo que a Mulher tem uma garra muito grande dentro dela seja para esportes radicais, trabalho ou até mesmo política, só que às vezes o mundo enxerga essa força, por isso existe o preconceito. Se você é Mulher e está descobrindo quem você é neste mundo, assim como eu, busque as respostas em Deus. Nossa identidade pode ser afetada por confusão quando nos perdermos em nós mesmas e quando não encontramos respostas na família, no namorado ou na sociedade. Ninguém pode dizer quem somos como Mulher, apenas o contato frequente com a espiritualidade pode nos dizer o que é ser inteiramente Mulher.

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