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Vivências Fotográficas

Ivone Oliveira de Souza

28 julho, 2016
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Meu nome é Ivone Oliveira de Souza, tenho 47 anos e sou dona de casa e microempresária. Sou mãe de dois filhos lindos e que muito me orgulham. Sou da Bahia, de uma cidade chamada Santanópolis e cheguei a Salvador com 14 anos, desde então não saí mais da capital baiana. Foi aqui também que conheci meu primeiro namorado, continue lendo

Ações

Retratos do cárcere 2 – Uma história

29 junho, 2016

Brasileiros e filipinos são semelhantes na devoção aos norte-americanos. Fast food, artistas do cinema e da música, hip hop e termos em inglês como feedback, upgrade, look, entre outros são comumente pronunciados no dois países. A paixão asiática se explica, pois os Estados Unidos dominaram o país ao final da 2ª Guerra Mundial. Mas semelhança à parte, os motivos que trouxeram Mayla* ao Brasil foram outros… continue lendo

Vivências Fotográficas

Maria Souza da Silva

21 junho, 2016
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Sou Maria Souza da Silva, tenho 50 anos e sou baiana. Nasci e sempre morei no mesmo bairro em Cassange, uma antiga comunidade quilombola em Salvador. Atualmente sou dona de casa e me orgulho muito disso, mas também já fui uma microempresária administrando um bar/ lanchonete que ficava bem próximo a minha casa. Dessa forma, cuidava da minha casa, do bar, continue lendo

Ações

Retratos do cárcere 2

30 maio, 2016
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Vem aí a segunda edição da ação que foi um marco na história do Coletivo Maria. O “Retratos do cárcere” foi criado para empoderar mulheres que fazem parte do sistema prisional. Nós reunimos uma equipe com profissionais de estética, designers e fotógrafos. Na penitenciária, as mulheres são preparadas para uma sessão de fotos e vivem o seu dia de modelo fotográfica.

Essa é uma ação que já desenvolvemos em diversas comunidades e estamos partindo agora para mais uma experiência dentro de uma penitenciária. Estivemos na mesma penitenciária no último mês de março e lá trabalhamos com 50 mulheres. Foi um tempo incrível onde pudemos ouvir histórias que nos marcaram para sempre. Foi uma ação incrível que foi construída por dezenas de pessoas ao redor do Brasil que se mobilizaram para doar todo o material necessário para que isso pudesse acontecer!

Então chegou a hora de retornarmos à mesma penitenciária para atendermos mais 60 mulheres e experimentar por lá a doce sensação de auxiliar no empoderamento feminino!

Para essa ação, além de voluntários, também vamos precisar de:

  • Maquiagens
  • Pincéis descartáveis (de maquiagem)
  • Papel fotográfico
  • Tinta fotográfica

Se você quer e pode contribuir de alguma forma, envie email para josisalgado@coletivomaria.com.br

Você pode ver como foi a ação anterior clicando aqui e aqui.

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Vivências Fotográficas

Karla Fabiana Dourado da Silva

20 maio, 2016
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Eu sou Carla Fabiana Dourado da Silva, tenho 44 anos e sou missionária da organização cristã Jocum (Jovens Com Uma Missão) há cerca de 24 anos. Ser missionária para mim é desafiador, mas também é muito gratificante porque envolve crescimento, relacionamento, fé e perseverança para superar as dificuldades que vão surgindo.

Nasci na cidade baiana de Irecê e cresci numa família bem estruturada e com uma base muito sólida, e isso foi muito importante na minha formação pessoal. Sempre fui uma mulher independente e tive liberdade para fazer minhas escolhas de vida. E foi assim que aos 16, 17 anos defini que entre a faculdade de jornalismo e a vida missionária, eu escolhia a segunda opção. E não me arrependo porque fui uma jovem muito idealista e viver com um propósito maior sempre pareceu ser meu destino. Já estava no meu DNA ser uma “quebradora de paradigmas” e uma buscadora da verdade.

Na minha adolescência já estava envolvida com causas sociais e desenvolvimento de projetos, meu desejo era trabalhar como jornalista política porque eu tinha um forte engajamento civil nesse assunto. Mas não pense que me sinto frustrada por não ter cursado uma universidade, como missionária não deixo de ser uma comunicadora e me sinto satisfeita e realizada profissionalmente.

No passado, vivi alguns episódios de preconceito por ser mulher mas consegui superar todos. Um que me marcou foi ainda na infância, quando um amigo de escola tentou me beijar a força. Além de não deixar que ele me beijasse, fiz questão de ir na diretoria para relatar o ocorrido. Nunca tive medo de manifestar minha opinião e garantir meus direitos como mulher, então esse episódio ilustra muito minha postura frente à vida.

Ser mulher para mim é precioso demais, considero que ter nascido neste sexo é muito importante. Gosto de ser quem sou a não tenho medo de explorar minha feminilidade. Ainda mais bacana é poder proporcionar essa mesma convicção para outras mulheres, que precisam de afirmação e busca quanto a sua sexualidade.

Minha mensagem para todas as mulheres é que cada uma não seja apenas mulher por ter nascido como uma, mas que se posicione como tal. Que você possa buscar o seu melhor explorando sua beleza e natureza. Maravilhoso nesta vida é ir além de seus limites e de como você se vê. Se ame, se descubra como mulher e conheça seu universo para que possa vencer suas barreiras. Seja você mesma e viva permanentemente alegre, independente das circunstâncias.

 

Ações

Retratos do cárcere

9 março, 2016
Prisão-feminina

Não há como negar que ter a sua liberdade privada é horrível sob qualquer circunstância.Observe por alguns minutos um pequeno pássaro em uma gaiola… Parado na maior parte do tempo sob um pequeno pedaço de madeira e quem sabe com alguma lembrança da imensidão de alguma floresta ou da liberdade de um céu infinito…

Muitas mulheres vivem encarceradas em nosso país. Muitas pagando por seus erros e danos que eventualmente causaram à sociedade. A lei está acima de todos, não há como ser diferente.

Entretanto, uma mulher encarcerada no sistema penitenciário não é “apenas” uma pessoa cujo a liberdade lhe foi tirada pautada pela justiça e que está pagando pelos seus erros.
Uma mulher mulher encarcerada é uma mãe que não poderá dar educação aos seus filhos de forma integral. É uma mulher que dificilmente terá, um dia, voz ativa na sociedade para lutar pelos seus direitos. É uma mulher que corre todos os dias o risco do abandono que torna-se cada vez mais pesado com o passar dos tempo. É uma mulher que não poderá fazer coisas simples como escolher suas próprias roupas, seus próprios sapatos, suas próprias maquiagens. É uma mulher que tem a sua autoestima esmagada. Mas a mulher encarcerada, ainda assim, acima de tudo é uma Mulher – com M maiúsculo!

Pensando nisso, nós do Coletivo Maria vamos até a Penitenciária Feminina Dra. Marina Marigo Cardoso de Oliveira para empoderarmos 50 mulheres!

Quando e como a ação vai ocorrer?

Iremos com uma equipe de 12 voluntários (6 maquiadoras, 2 designers, 2 fotógrafas, 2 coordenadoras) no dia 18/03/2016.
Lá montaremos uma estrutura onde as 50 mulheres serão maquiadas, farão uma “mini” sessão de fotos para que elas vivam um dia de modelo fotográficas e ao final do dia receberão as suas fotos reveladas para que elas se lembrem sempre do seu valor e do quanto são amadas independente de quaisquer circunstâncias.

Acreditamos que essa ação desperte nessas 50 mulheres o seu mais alto grau de empoderamento e que esse dia seja um marco em suas vidas, para que elas tenham esperança de dias melhores, tanto dentro quanto fora do sistema prisional.

Se interessou em ajudar!?

Vamos precisar de algumas coisas pra executar essa ação:

  • Maquiagens e pincéis descartáveis
  • 1 impressora portátil
  • papel fotográfico
  • tinta fotográfica

Se você quiser e puder contribuir, mande email para josisalgado@coletivomaria.com.br

Podemos ser parte da mudança que o mundo precisa!

#MarçodeIgualdade

 

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Vivências Fotográficas

Luiza Rodrigues das Neves Dal Pozzo

19 fevereiro, 2016
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Eu sou a Luiza Rodrigues das Neves Dal Pozzo, tenho 87 anos e acredito que a vida está mais bonita pra mim agora, pois construí o meu chão que é minha família e hoje tenho tempo para me dedicar a ela. Eu nasci e fui criada em Porto Feliz, interior de São Paulo. No início morávamos no sítio e depois Continue lendo…

Vivências Fotográficas

Danielle Granato

12 fevereiro, 2016
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Eu sou Danielle Granato Pereira, tenho 26 anos. Nasci numa família tradicional, era a segunda filha de um casal, mas ganhei também uma irmã mais velha adotiva que foi criada pelos meus pais com muito amor. Ser a caçulinha tinha lá seus benefícios, eu vivia rodeada de muito amor e Continue lendo…

Vivências Fotográficas

Caroline Nascindin

5 fevereiro, 2016
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Meu nome é Caroline, moro em Perus – SP, tenho 18 anos, sou estudante de artes visuais e grafiteira. Através das tintas tenho encontrado portas abertas para uma vivência incrível com pessoas e transformações que vão além de estéticas. Sou apaixonada por gente e com a arte conheço contextos e culturas diferentes, com um contato mais profundo Continue lendo…